terça-feira, 15 de junho de 2010

ex-Navegadores..

Veste a camisa, as calças....traz a trouxa. Vamos partir.

E para onde vamos desta vez?

Para onde vamos sempre.... em frente...descobrir.

Há uns quinhentos anos atrás bastava isto para um Português, mas hoje, um português não consegue ir em frente, para o desconhecido. Temos medo. Não que seja um mal exclusivamente nosso, é universal. Ainda que o gene esteja, bem adormecido, algures no nosso código (espero...e acho que o sinto).
E onde há medo não há liberdade. Parece que esta se perdeu, são regras, convenções e pressões que vão construindo paredes e barrando desvios, uma cenoura agitada à nossa frente; uma cenoura feita de ouro.
Pessoalmente não vejo glória na avareza, mas não condeno quem vê uma vez que é a educação que nos é dada ("trabalha para um dia teres muito dinheiro e seres feliz").

É um pouco cliché este discurso, mas também nunca o tinha dito antes, apenas pensado.

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